Depois do grande sucesso do lançamento do álbum "Nos Dias de Hoje, Esteja Tranquilo" no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, Patricia Marx repetiu o feito em São Paulo, desta vez no Blue Note. Com ingressos novamente esgotados, a cantora apresentou no dia 16 de janeiro um espetáculo só um pouquinho mais curto (por conta da programação do espaço, que receberia outro show em seguida), mas nem por isso menos intenso ou envolvente. A força do repertório, a entrega de Patricia no palco e a conexão com o público garantiram mais uma noite linda e memorável.
Além disso, Patricia promoveu algumas mudanças em relação ao show apresentado no Rio, com ajustes no setlist que trouxeram surpresas ao público paulistano. Entre elas, a inclusão de uma homenagem a Elis Regina , com uma interpretação afinadíssima da música “É com esse que eu vou". Ela também cantou “Chega”, faixa de seu novo álbum em tributo a Ivan Lins, em uma interpretação intensa, no lugar de “Vieste”, interpretada no show carioca.
O encerramento ficou por conta de “Sonho de Amor”, em uma despedida graciosa e bem-humorada: no meio da música, Patricia improvisou os versos “não quero ir embora / vou ter que ir embora / tem outro show depois de mim”, arrancando risos e aplausos da plateia. O tempo mais curto acabou obrigando a cantora a abrir mão do bis com dois de seus grandes sucessos, “Quando Chove” e “Ficar Com Você”, presentes na apresentação do Rio. O show foi tão bom que o público, já totalmente hipnotizado e encantado com ela, nem reclamou.
Patricia está vivendo um excelente momento artístico com seu novo álbum e com esse show. E ainda vem muita coisa boa por aí, podem anotar!
SETLIST — Show Blue Note
1) Abre Alas
2) Charme do Mundo
3) Destino
4) É com esse que eu vou
5) Espelhos D’Água
6) Chega
7) Ai, ai, ai, ai, ai
8) You Showed Me How
9) Deixa Eu Dizer
10) Cartomante
11) É Preciso Dar Um Tempo, Meu Amigo
12) Te Cuida Meu Bem
13) Sonho de Amor
Fotos lindas de Gabriel Henrique (@thelifeoflocki). Obrigado, querido!






.É um prazer saber que a Patricia esta feliz; pois como Allan Kardec disse certa vez, a elegância é uma essência da evolução constante e do amor ao que se faz.
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