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quinta-feira, 29 de julho de 2021

PATRICIA MARX VAI LANÇAR PROJETO PHANTASY MACHINE AMANHÃ!

Em 2014, publicamos aqui no blog algumas mtérias sobre um projeto chamado "Phantasy Machine", que Patricia Marx e seu então marido Bruno E. estavam preparando para ser lançado em 2015, mas por algum motivo acabou não acontecendo (relembre a primeira matéria aqui). Pois bem, ontem a noite tivemos a surpresa de Patricia e a LAB 344 anunciarem que o disco completo do projeto já estava disponível para pré-save nas plataformas digitais, e que o lançamento já seria na sexta (30/07). Demais, né? Entre no link abaixo para fazer a pré-save em sua plataforma preferida (Spotify, Deezer e Apple Music): 


É importante ainda resssaltar que esse projeto não é o novo EP que ela está preparando e que já haviámos anunciado. Esse disco tem lançamento previsto para o fim desse ano. 




Leia abaixo o release do Phantasy Machine pra você entender melhor do que se trata o projeto:


Patricia Marx e Bruno E. podem não ser mais um casal, mas isso não quer dizer que eles não possuam um ótimo relacionamento, inclusive na música. O álbum Phantasy Machine confirma isso.

O projeto foi gravado há 6 anos, e resultou em 8 faixas em inglês compostas por Bruno E. com o parceiro Melson Diniz. Dialogando com o post-punk, com seus baixos e guitarras pulsantes e vozes melancólicas, as gravações contaram também com o baterista Maurício Espósito.

O post-punk (ou pós-punk, no Brasil) surgiu para classificar os artistas e bandas que saíram da fórmula básica do rock de garagem, que deu origem ao punk rock, e fizeram incursões pelo eletrônico, o noise, o jazz e a vanguarda clássica, como Siouxsie and The Banshees, The Cure e Joy Division. Há o discurso político, mas traz também a inspiração na literatura e na arte modernista. Como descreveu Simon Reynolds no livro ‘Rasgue tudo isso e comece de novo’, o movimento pós-punk era também composto por pintores, cineastas, poetas e artistas performáticos. Alguns acusaram esses experimentalistas de meramente escorregar de volta ao elitismo do rock de arte que o punk, originalmente, pretendia golpear.

Dando um salto no tempo, não é que o pós-punk voltou a causar no início da década de 2000 através do surgimento de nomes como Interpol e The National, que lançaram seus álbuns no Brasil também aqui pela LAB 344 (sim, nosso selo-gravadora-editora-boutique-indie-avant-garde há 15 anos fomentando música e desafiando o sistema). Como disse o site Collectors Room: o pós-punk esteve intimamente ligado ao desenvolvimento de estilos como gothic rock, no wave, neo-psicodelia e música industrial, variando entre uma predominância maior ou menor de uma determinada sonoridade conforme o direcionamento artístico de cada banda, mas tudo embalado por um verniz pop.

Patricia Marx já vendeu 3 milhões de discos e lança até o fim do ano seu aguardado décimo-terceiro álbum solo.

Bruno E., conhecido produtor e remixer de nomes como Pavilhão 9, Planet Hemp, Otto e Nação Zumbi, lançou um álbum de jazz antes da pandemia. Atualmente estuda música clássica indiana e flauta bansuri. Também prepara um álbum solo cantando black music.

Produzido por Bruno, Phantasy Machine estará disponível nas plataformas digitais a partir de 30 de julho, via LAB 344.

Changes
Flight
Childhood
Colors
Fool’s Gold
Wilder Rush of Life
Dream Within
Wake Up

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