terça-feira, 4 de dezembro de 2007

SAIBA COMO FOI O SHOW NO BARRA GARDEN

Logo pela manhã, ao chegar no trabalho, fui surpreendido com uma notícia no Orkut: Degivan e Aldo haviam me mandado scraps informando que Patrícia Marx se apresentaria naquele mesmo dia na Praça de Eventos do Barra Garden, ao lado do compositor Michael Sullivan. Acreditei, mas fiquei meio desconfiado — Patrícia e Sullivan juntos? Parecia improvável. Confirmei a informação no site do Barra Garden e em outros lugares, avisei a alguns fãs como pude (apesar de estar em um dia super corrido no trabalho) e, por sorte, consegui sair mais cedo. Corri para casa, me arrumei e parti com Jasiel e Michael. Combinamos de nos encontrar com Márcio Marc, que iria direto.

Quase chegando lá (é uma viagem da minha casa até a Barra), Márcio me liga dizendo que estava vendo a Patrícia passar o som na frente dele. Quase tive um ataque! Era verdade mesmo! Chegamos logo e encontramos o local facilmente. Lá estava Patrícia, conversando com Michael Sullivan e Marlene Mattos. Ver os três juntos foi como uma viagem no tempo, e seria mais do que isso, embora eu nem desconfiasse.

Nos acomodamos bem em frente ao palco, enquanto Patrícia foi para os bastidores, já que faria apenas uma participação no show. Marlene subiu ao palco e anunciou: “É um prazer apresentar duas pessoas muito importantes, que por razões que só eles sabem, não se falavam há mais de dez anos... Mas isso não pode acontecer, pois eles são praticamente criador e criatura: Michael Sullivan e Patrícia Marx!”. Sullivan entrou com seu violão e começou a tocar sucessos como "Me Leva", "Talismã" e "Nem um Toque". Depois, disse: "Como a Marlene falou, conheço essa pessoa desde os nove anos, vi ela nascer no cenário musical com o Trem da Alegria, fizemos três discos solos juntos. Ela sempre foi uma grande vendedora... E seguiu uma linda carreira: Patrícia Marx!"

Patrícia subiu ao palco e Sullivan anunciou que iriam relembrar seus sucessos mais recentes, e depois voltariam no tempo até os dias do Trem da Alegria. A primeira foi "Ficar com Você", em uma versão voz e violão. O público cantou junto, e Sullivan comentou sobre a música, falando que foi sucesso com os Jacksons e José Feliciano, enquanto Patrícia contou que a versão era de Nelson Motta. Em seguida, ela cantou "Espelhos D'Água", emendando com "Quando Chove". A noite já estava incrível, mas as surpresas começaram a aparecer.

Sullivan falou que eles iriam cantar uma das últimas músicas que fizeram juntos na adolescência de Patrícia e começou "Sonho de Amor". Patrícia se enrolou um pouco no início, mas o público ajudou, formando um verdadeiro coral. Depois, ela se soltou e fez belos improvisos no final. Em seguida, veio "Festa do Amor", e a nostalgia tomou conta. Patrícia, em um momento super divertido, repetiu aqueles passinhos clássicos dos anos 60 durante a parte "Minha cabeça dá mil voltas". Logo depois, ela homenageou Sullivan com uma versão lenta e emocionante de "Amor Perfeito", que já foi gravada por Roberto Carlos, Mara e Babado Novo. Foi lindo e delicado, arrepiante!

Mas a noite ainda não tinha acabado. Eles cantaram "Uni-duni-tê" e "É de Chocolate", e o público se esgoelava de tanto cantar. Patrícia se despediu, mas o público pediu mais. Sullivan continuou no palco enquanto nós, como de costume, fomos falar com Patrícia.

Ela estava dando uma entrevista para uma menina do shopping, tirando fotos com a gente e comentando sobre planos para 2008, como um álbum acústico que ela gravaria com Marlene Mattos. A conversa fluiu e demos sugestões de músicas que Patrícia poderia cantar. Falamos de sucessos como "Te Cuida Meu Bem" e "Certo ou Errado", mas até sugeriram "Bem Que Se Quis", e Patrícia riu, explicando que essa era da Marisa Monte.

Voltamos ao show e, para nossa surpresa, Patrícia foi chamada novamente. Ela trouxe uma folha de papel e brincou, dizendo que precisaria ler a letra porque era muito pequena 

na época. Começou então uma versão bossa-nova de "Te Cuida Meu Bem", e Sullivan comentou que parecia João Gilberto. Patrícia, sempre bem-humorada, debochou: “Vamos dar pra Marisa Monte gravar”.

No final, ela improvisou com "Certo ou Errado", onde mal lembrava a letra, mas o público, em coro, a ajudou. Sullivan, imprevisível, ainda começou a cantar "He-Man", e Patrícia riu, chamando o Michael para cantar uma parte, enquanto o público se entregava à nostalgia. Por fim, eles encerraram com "Descobridor dos Sete Mares", e Patrícia fez uns agudos maravilhosos.

Mesmo após o show, ainda conseguimos tirar algumas fotos com ela. Foi uma noite inesquecível, cheia de surpresas e memórias, deixando todos felizes e ansiosos para o retorno de Patrícia.

As fotos do show estão no álbum do fã-clube Simplesmente Paty. Não perca a chance de conferir!























































 




Foto 1: Patricia e André Arteiro (eu!)
Foto 2: Patrícia e Jasiel 
Foto 3: Patricia e Michael 
Foto 4: Patricia e Márcio 
Foto 5: Patricia sorrindo pra um "fã mirim"
Vídeo 1: Sonho de Amor 
Vídeo 2: Festa do Amor 
Vídeo 3: Ficar com Você

sábado, 20 de outubro de 2007

SHOWS - parte II - Esporte Clube Iguaçú (1989)

05/11/1989
Local: Nova Iguaçú

Exatamente oito meses após o primeiro show, soubemos de outra apresentação da Patrícia em um município próximo e decidimos ir. Dessa vez, minha mãe resolveu nos acompanhar, tornando a ocasião ainda mais especial.

Chegamos cedo para garantir que ela entrasse de graça, na promoção "Dama Grátis" como se dizia na época, mas ficamos esperando até as 23h30. Durante a espera, Marcos, sempre atento, avistou alguém carregando uma jaqueta e comentou: "Acho que é a jaqueta dela". Meio incrédulo, respondi: "Daqui a pouco aparece a cabeça". E, para minha surpresa, ele estava certo. Patrícia estava em um canto, pronta para entrar no palco, com a tal jaqueta, calça jeans e um tênis super estiloso, dançando ao som de uma música que tocava no baile.

Logo o apresentador a anuncia: "Com vocês, a gatíssima PATRÍCIA!" E lá estava ela, começando o show com To Be or Not to Be, enquanto nós levantávamos o pôster central da Revista Star Show. Patrícia nos viu e acenou. Durante a próxima música, Cedo Demais, ela notou o pôster e sinalizou pedindo uma caneta para autografar. Para variar, não tínhamos levado uma. Ela fez um gesto, como se dissesse: "Então não vai dar", e devolveu a revista.

Quando começou a cantar Certo ou Errado, finalmente uma alma caridosa nos emprestou uma caneta. Chamamos Patrícia novamente, e ela, sempre atenciosa e simpática, veio até nós, autografou as revistas, nos deu um beijo e devolveu tudo com carinho. Na sequência, durante Doçura, Marcos entregou a ela um bilhetinho e uma foto 3x4.

Patrícia se despediu do público e deixou o palco, e nós voltamos para casa comentando a noite toda no ônibus, para o desespero da minha mãe, que jurou nunca mais passar por uma experiência dessas...


Foto meramente ilustrativa.

SHOWS - parte I (PAVUNENSE F.C - 1989)

05/03/1989
Local: Pavuna

 Esse foi o pontapé inicial, o primeiro de muitos. Eu já era fã da Patrícia desde 1987, e finalmente decidi convidar meu amigo Marcos para assistir a um show dela que seria próximo de casa. Chegamos por volta das 20h, mas só conseguimos entrar às 22h30. Enquanto esperávamos, ficamos andando de um lado para o outro, tentando adivinhar por onde ela entraria. Éramos tão ingênuos aos 14 anos que até cogitamos a ideia dela chegar de helicóptero pelo teto! (rsrs)

De repente, vimos uma garota de rabo de cavalo se aproximando do palco. Saímos correndo como loucos, derrubando quem estivesse no caminho, com a esperança de que fosse ela. E era! Eu, que já era fã, fiquei encantado por vê-la de tão perto. Para o Marcos, foi amor à primeira vista.

Depois de muito tempo morrendo de vergonha para pedir um autógrafo, finalmente tomei coragem, mas aí percebi que tinha cometido uma gafe: não tinha papel nem caneta! Desesperado, ofereci minha mão para ela assinar. Patrícia, sempre simpática, riu e disse: "Acho que não vai pegar, sua mão está molhada..."

Marcos também tomou coragem e pediu um autógrafo no braço, dizendo: "Eu adoro suas músicas Festa do Amor e Te Cuida Meu Bem." Patrícia foi para o palco e cantou Festa do Amor, Cedo Demais, Doçura e Certo ou Errado. Eu, já conhecendo todas as músicas, cantei junto do começo ao fim.

A melhor parte? Patrícia ganhou mais um fã naquela noite. Na semana seguinte, Marcos comprou o disco, e foi aí que começamos nossa coleção de fotos e recordações da Patrícia juntos. 


Foto meramente ilustrativa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PATRICIA MARX FALA SOBRE O ÚLTIMO CD


Patricia Marx foi nos anos 80 um fenômeno dentro do fenômeno em que se constituiu a música infanto-juvenil daquela época. Depois de integrar durante quatro anos o grupo Trem da Alegria, de retumbante sucesso nacional, à partir de 1988 ela desenvolveu uma comercialmente muito bem-sucedida carreira solo representada por três discos lançados pela BMG.

Aí o tempo passou, a adolescência acabou e Patricia começou, como seria inevitável, a sua guinada artística. Primeiro, em 1992, fez um disco para o mercado japonês chamado "Neoclássico" em que interpretava standards da música brasileira - de Pixinguinha a Tom Jobim, de Noel Rosa a Rita Lee. Em seguida, de 1995 a 1998, já com o "Marx" incorporado ao seu nome artístico, ela gravou com produção de Nelson Motta e para o selo dele, o Lux Music, três cds. O primeiro deles com a música "Quando Chove" que virou hit na novela global "A Viagem".

Depois, em 1998, Patricia viajou para Nova York e mais nove cidades do Japão para divulgar Millenium - uma compilação com alguns dos melhores momentos da cantora em toda a sua carreira. As versões ao vivo de "Samba de Verão" com Marcos Valle e "Sabiá" e com Nando Cordel abrem a seleção de 20 sucessos de Patricia que após esse disco resolve parar para "respirar" por quatro anos. Nesse meio tempo ela casou-se com o produtor Bruno E, com quem teve um filho, e aproveitou a pausa para refletir e reciclar as idéias. Quatro anos depois, de volta de seu retiro, surge uma nova Patricia musicalmente mais sofisticada.
 
O disco "Respirar" que saiu pela Trama em 2002, sinaliza ao mesmo tempo um amadurecimento e um salto em relação aos anteriores. Um amadurecimento porque mantém o trabalho da artista tão pop e dançante quanto antes e um salto em relação aos anteriores porque incorpora elementos eletrônicos inéditos à música que ela praticava. Além disso, Patricia aparece pela primeira vez como compositora (apenas uma das 12 faixas não leva assinatura sua, o que dá ao disco o status de autoral) e também como produtora - função dividida com Bruno. Um dos grandes acontecimentos em torno deste album foi a participação dos produtores ingleses 4hero. Eles são considerados como um dos mais influentes produtores da música eletrônica européia. A participação do grupo marca o segundo capítulo da história de uma associação iniciada há cinco anos, quando Patricia foi convidada para ir a Londres cantar no disco deles - o "Creating Patterns".

Em 2002, Patricia vai morar um ano em Londres para divulgar seu álbum e faz três turnês pela Europa, se apresentando nas principais capitais - em lugares como Favela Chic (Paris), ICA, Cargo, Notting Hill Carnival, Momo's (Londres), La Palma Jazz Club (Roma), Quasimodo Jazz Club (Berlim) e em lugares em Amsterdam, Viena, Lisboa, Suiça, Bélgica, Portugal, Holanda. Daí então, a cena européia, mais precisamente a londrina, passa a representar uma nova esfera em termos de conceitos musicais para Patricia. São originários de lá os elementos eletrônicos que ela buscou para misturar com os daqui já conhecidos (samba, bossa, jazz brasileiro). Estilos como o broken beats - termo usado para batidas quebradas com influências de música brasileira.

Destas novas referências culturais, surge então o disco que marca uma ruptura sonora e estética na carreira da artista. Batizado de "Patricia Marx", o título homônimo marca uma nova era de criação e autonomia. Mais madura, agora com 30 anos, além de compor, ela toca e faz arranjos de cordas e programações eletrônicas trazendo influências das casas londrinas de black music e broken beats. Apostando no time que deu certo no disco anterior, conta novamente com a participação dos produtores 4hero e Bruno E. e novos parceiros como o Jair Oliveira, Silvera e Ady Harley.

Este disco é focado no que sempre esteve presente em todos os seus trabalhos anteriores - o seu canto soul - que sugere que nos deixemos levar pelo seu poder de sedução. Em uma atmosfera bastante confortável, Patricia passeia livre em suas melodias jazzísticas com nuances setentistas. Lançado na Europa antes do Brasil, o disco recebeu excelentes críticas das mais conceituadas revistas especializadas do velho continente como a inglesa DJ Magazine e a italiana Acid Jazz. Comparada a cantoras de renome nos EUA, como Lauren Hill, Erikah Badu e Jill Scott, Patricia Marx se firma definitivamente no mercado fonográfico internacional.

*EB - Você acha que esta faltando espaço na noite paulistana para mostrar sua musica e conseqüentemente para artistas que estão trabalhado em composições mais refinadas ?

Patricia - Há espaço, mas ainda bem pouco. Gostaria que houvesse mais lugares para trabalhos segmentados. Por outro lado, vejo que as pessoas estão se abrindo cada vez mais para coisas novas - o que é muito positivo nessa falta de opção e acesso à boa música. Então, quando há um espaço que ofereça isso ao público, é um sucesso. E parte disso, acontece não só por uma questão de modismo, mas da necessidade de se ouvir um bom set , agradável, musical, revitalizante e inovador. Felizmente, existem DJ´s, mas pouquíssimos artistas dispostos a nos oferecer isso.

* EB -Qual é a saída?

Patricia - É criarmos a cena para um novo conceito musical. Assim como aconteceu com a música eletronica, no início de sua existência aqui no Brasil em meados de 98. Incluindo movimentos bem expressivos como o drum´n´bass por exemplo. Na época, havia um grupo de pessoas que faziam o mesmo som, num mesmo lugar e uma residência. Hoje, há movimentos crescentes como o Future Jazz, que mistura Broken Beats, House, Samba , Soul e Jazz, dando a opção de uma gama musical bastante refinada ao público que quer fugir da mesmice. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

PATRICIA MARX E ANDERSON SOARES


Em 2004, Patricia Marx participou ao lado de outros artistas do CD "Muito soul" do DJ Anderson Soares, cantando uma parceria dos dois, "Acima dos sete mares", escolhida inclusive para ser a música de trabalho do CD. Na foto, Patricia e Anderson.

Confira a letra da música:

ACIMA DOS SETE MARES

Foi numa tarde quente de verão
Os pensamentos flutuavam em outra direção
E o rádio só tocava dom-dom-dom-doumm
Eu e você, assim mais nada
Fez desaparecer o meu chão

Você virou as leis
Acima dos sete mares
Mas você virou, virou as leis
Sem gravidade, meu coração ficou
Mas você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou

Hey, hey, hey

Foi numa tarde quente de verão
Os pensamentos flutuavam na tua direção
E o rádio só tocava dom-dom-dom-doumm
Eu e você, assim mais nada
Fez desaparecer o meu chão

Mas você virou as leis
Acima dos sete mares
Mas você virou, virou as leis
Sem gravidade, meu coração ficou
Mas você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou
Acima dos sete mares, acima dos sete mares

Nas ondas do desejo
Eu vou me deixar levar
Dueto efervecendo
Dentro de nós
Eu e você
Feito rastro de estrela

Você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou
Mas você virou, virou as leis
Hey, hey, hey




MÚSICA DA SEMANA: SENTIDO


SENTIDO

CD PATRICIA MARX (2005)


Pra explicar
Não faz sentido
Não faz par com a razão
Paira no olhar
Subentendido
Só quem sofreu
De amor perdido
Quem se feriu com tanta fé
Sabe o que é
É a expulsão
Do paraíso
Sem redenção
É enlouquecer
Perder juízo e direção
E não se dribla a solidão
Eu sei que não
Perder um amor
É se jogar
Num escuro sem fim
Há de saber
Se consolar
A vida continua mesmo assim
Ainda bem que sim
Eu sei que sim
Eu sei o que é chorar de amor

SAIBA COMO FOI O SHOW NO CCBB - RJ, EM 01/-9/2007


     Patricia Marx arrasa em show no CCBB - RJ

Após um set eletrizante de Bruno E., Patrícia Marx subiu ao palco com uma energia contagiante, já convidando o público a dançar e aproveitando para expressar sua saudade do Rio de Janeiro. Ela abriu o show com "Diz", movendo-se ao ritmo da música, e logo em seguida emendou com "Burning Luv", que envolveu a plateia com seu balanço jazzy e suave. Mostrando-se à vontade no palco e cheia de disposição para matar a saudade dos cariocas, Patrícia entregou uma performance vibrante de "Menino", com direito a sambadinhas que fizeram o público pular e aplaudir fervorosamente. 

A surpresa da noite veio com "Acima dos Sete Mares", uma faixa pop cativante que deixou todos se perguntando por que ainda não domina as rádios. Em seguida, "Submerso" trouxe um momento quase espiritual, com Patrícia sussurrando a letra de forma hipnótica e envolvente. "Lá no Mar", com sua batida tecno-afro, conquistou ainda mais o público, que foi surpreendido com uma versão inovadora de "Quando Chove", na mesma batida, com um final quase à capela, mostrando toda a afinação impecável de Patrícia.

Embora tenha tentado se despedir, o público não a deixou sair do palco tão cedo. Para a alegria de todos, ela voltou com uma versão incendiária de "Sem Pensar", cantada em coro por muitas vozes, provando que, mesmo sem grande exposição nas rádios, sua música continua viva no coração dos fãs.

Sempre simpática, Patrícia ainda tirou fotos com todos vinte minutos depois do show. Durante esse encontro, ela conversou sobre a comunidade de fãs, mencionou que havia saído do Orkut e revelou que o novo CD já estava em preparação. Ela também comentou sobre suas saudades do Rio e perguntou pelo Marcos, cofundador do fã-clube Simplesmente Paty, que não pôde comparecer, cobrando sua presença no próximo show. Patrícia até riu ao autografar para "Michael Lurx", cujo sobrenome era uma homenagem a ela. Foi uma noite absolutamente inesquecível.

Você pode conferir as fotos no álbum do Orkut do fã-clube Simplesmente Paty. Não deixe de dar uma olhada e deixar seu comentário!